Pinturas

Pinturas de Chico da Silva e da Escola do Pirambu, em guache e acrílica, catalogadas na Coleção João Cunha, Fortaleza, Brasil. Cada obra tem ficha no modelo de um catálogo raisonné e abre em alta resolução.

Do início dos anos 1960 em diante, Chico da Silva trabalhou com um círculo de jovens pintores na casa dele no Pirambu, bairro litorâneo de Fortaleza. O grupo ficou conhecido como Escola do Pirambu. Os quadros desta página vão dos guaches e acrílicas do pintor, dos anos 1960 e 1970, às telas que os discípulos pintaram nas décadas depois da morte dele.

A Escola do Pirambu

Chico da Silva

Galos, dragões, peixes e aves fantásticas, em guache e acrílica, do fim dos anos 1960 ao início dos anos 1980.

Assinado com o mestre vivo

Maria Augusta, a menina que assinou

No Pirambu, o corrente era Chico da Silva assinar. Tela daqueles anos com o nome de um discípulo é raridade, e é de quem já tinha saído da oficina e vendia por conta própria.

Duas décadas depois da morte de Chico da Silva, o Instituto Cultural Oboé, uma financeira de Fortaleza com galeria própria, trouxe os discípulos dele de volta à tela: Babá, Claudionor e Gerardo da Silva. A maior parte destas acrílicas tem dupla atribuição: Chico da Silva por quem as pintou.

Ivan de Assis por conta própria

Ivan de Assis, o cinema no bestiário

Ivan de Assis desenhou para Chico da Silva desde a primeira oficina do Pirambu e passou a assinar o próprio nome no fim dos anos 1970. Esta tela, pintada em 2000, três anos antes de ele morrer, é a única obra daqui em que um pintor do círculo larga o bestiário: figuras, frutas e uma bacia, na maneira dele.

Garcia é o último pintor do núcleo original do Pirambu ainda vivo e em atividade. Aprendeu ao lado de Chico da Silva nos anos 1960 e ficou na maneira dele. Estas telas são de 2024 e 2025, as pinturas mais recentes do acervo.